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Fotos do Rui no Salve-se quem puder

Fonte
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Frase do dia


"Eu gosto de ti, tu vais ver Lykke Li,segues-me no twitter,também gostas de mim?" Quando estava a entrevistar uma rapariga no Sudoeste.
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Gostarias de ver o Rui Pêgo como convidado no 5 para a meia-noite?

Como já devem ter reparado há uma poll com a pergunta: "Gostarias de ver o Rui Pêgo como convidado no 5 para a meia-noite?" na lateral direita do blog e, dependendo dos votos vou criar um grupo no facebook ou uma petição para o Rui ir ao programa. Por isso votem! E digam o que pensam da ideia,comentem!




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Rui e Xavier atacados por um grupo de enfermeiras no Sudoeste

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Frase do dia

"E nós nem pagámos para ela dizer isto" , no Sudoeste quando estava a entrevistar um rapariga e ela disse elogios à Sic Radical.


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Rui no Salve-se Quem Puder




Hoje ás 21h.40min na Sic não percam o Salve-se Quem Puder com Rui Pêgo e Diogo Valsassina. Vamos quantos vezes é que eles irão à água :p
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Rui no Notícias TV

"A minha necessidade de falar com os outros"
«Desde pequeno que tenho dificuldade em controlar a minha necessidade de falar com os outros. Aos dois anos, empoleirava-me na varanda e durante horas , tinha conversas com pássaros, carros e vizinhos. Os meus pais diziam orgulhosos : “o menino vai ser tribuno”. No entanto, a política naquela altura não me seduzia por aí além. Já o Babar tinha um efeito estrondoso.

No infantário, não dormia a sesta. Chateava o do lado. Se estava sozinho, falava com paredes.
Quando numa roda todos deviam enunciar, orgulhosamente, o seu número de telefone de casa e morada, eu dissertava. Sobre o meu cão que era amarelo, sobre a fábrica de donettes que queria comprar e como queria ser cantor e interpretar o “À noite na cidade”, da Anabela.

No final da primária, tive a sorte de poder falar com os outros pela primeira vez, sem ser seviciado. Foi-me dado o privilégio de fazer uma reportagem para o “Mundo VIP” com a Ana Marques onde disse de peito inchado : “Rui Maria Pêgo, SIC, Alentejo”. E fez sentido.

Há quem seja chamado por Deus, eu fui chamado pela Impresa.

Acho que a partir desse dia, todos perceberam que a maquilhagem não seria um exclusivo das meninas lá de casa. O facto de apregoar aos sete-ventos que iria ter um talk-show com o meu nome deve certamente ter ajudado a cimentar essa ideia.
Vou ser honesto. A televisão representa a hipótese de poder falar com toda a gente sem ser posto fora da aula. É a oportunidade de ouvir as estórias e opiniões dos outros sem ouvir a campainha que indicava o final do recreio ou um “shhh” de algum professor mais rabugento.

Parece estranho descrito assim não parece? Mas não é. Trata-se de um plano bem orquestrado. Eu sou o menino que se levantava às seis da manhã, para ouvir e cantar o genérico da televisão onde hoje trabalho. E o mesmo, que sente uma adrenalina imensa quando começa a ouvir uma contagem decrescente e os talíns a acenderem-se, um por um.

Calculo que os anestesistas também passem por isto. Por lá, também há contagens decrescentes e luzes a piscar. Duvido é que se divirtam tanto.

Na SIC Radical, diariamente, entre as 16h30 e as 18h30 isso acontece. Divirto-me e deixam-me falar com os outros, sem levar um recado para casa. Só um curto-circuito.»

in Notícias TV


Não é muito recente, mas decidi publicar na mesma porque está muito bom.
Parabéns ao Rui!
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Entrevista

Entrevista exclusiva a Rui Maria Pego (RP), apresentador do programa “Curto Circuito” (CC) da SIC RADICAL.
A entrevista foi conduzida por Jorge Banha (JB) para o “
Grupo de Fãs do Rui Pego” no Facebook.

JB: Como achas que tem sido o teu percurso no CC?

RP: “Acho que tem sido um percurso simpático! No princípio estava com dificuldade em descobrir qual o meu lugar no programa, mas com o tempo as coisas tomaram o seu lugar e sinto-me completamente integrado. No CC como em outro programa as coisas não podem ser vistas em um ou dois dias, tem que ser ao longo do tempo. O nosso produtor costuma dizer sempre que a televisão é uma maratona, não é uma corrida de 100 metros, nunca se pode julgar o programa num mês ou dois, tem que ser no total.
Importante também são as sinergias que se criam com a equipa, e como a apresentação é feita em dupla, é fundamental a química entre os apresentadores. Dou-me muito bem com a Diana e isso nota-se no ecrã!
Outra questão essencial é que neste momento já conheço os limites do programa, já sei até onde posso ir e o que posso fazer, e já chego a dizer coisas inimagináveis há uns tempos…”

JB: Pensas no que se seguirá ao CC?

RP: “ É natural que pense nisso de vez em quando, mas não é uma obsessão. Gostava de continuar na TV porque me dá muito prazer fazer, embora ache que seja um meio de comunicação em que se está muito exposto, o que pode ser complicado, mas que eu gosto muito, que me diverte e ao mesmo tempo exige muito de mim!
Claro que há outros meios de comunicação onde eu seria igualmente feliz, gosto muito de rádio, gosto de escrever, e quero ao longo do tempo ir experimentando várias coisas. Tenho constantemente que me lembrar que só tenho 21 anos e que é muito pouco tempo…”

JB: Mas o formato do CC é mais exigente por ser em directo não achas?

RP: “Para mim é mais fácil fazer o directo do que gravar. Quando estou a gravar engano-me logo mais de 20 vezes e não gosto! Em directo tenho que dar a volta à situação e tenho conseguido. Sei que em directo é uma adrenalina brutal e o programa está nas nossas mãos, e vou-me descobrindo porque consigo fazer coisas que às vezes duvidava ser capaz!
O que também é verdade é que existem contingências em fazer televisão porque a nossa imagem se vai desgastando, tem que se ter algum cuidado com aquilo que se escolhe porque acabamos por nos tornar numa marca…”

JB: Mas concordas que esse desgaste vem um pouco de Portugal ser um país muito pequeno? Consideras por exemplo que o programa que a tua mãe (Júlia Pinheiro) está a fazer tem hipóteses de durar 20 anos como o programa da Oprah nos Estados Unidos?

RP: “No caso da minha mãe é diferente, tem um percurso muito variado, já fez de tudo um pouco. Desde programas totalmente informativos até chegar a um programa mais abrangente como é o “Tardes da Júlia”, que é um bom formato! Não é por ser apresentado pela minha mãe mas acho que é muito bem feito.
O que se passou com a minha mãe foi que conseguiu sempre reinventar-se, e eu espero conseguir isso também.”

JB: Os formatos televisivos em Portugal são geralmente de curta duração. O Ídolos vai na nona edição nos Estados Unidos, concordas que isso era impensável em Portugal?

RP: “Eu acho que os formatos televisivos em Portugal se esgotam muito rapidamente, mas que isso tem tendência para mudar. Estão a acontecer coisas na sociedade portuguesa que mostram essa mudança e a televisão é o espelho da realidade. A televisão vai deixar de ser monocórdica e pouco criativa à medida que os públicos também deixam de o ser.”

JB: Apesar de fazeres um programa em que comunicas com o público através da Internet e do telefone, a tua experiência no “SIC ao VIVO” levou-te a contactar directamente com as pessoas. Sentiste empatia por parte do público?

RP: “Isso foi uma coisa que me chocou muito. Eu acho que tenho uma atitude que não me traz grande popularidade, ou seja, há pessoas que gostam muito de mim e há pessoas que não gostam nada! Polarizo um pouco as reacções e não considero que seja unanimemente aceite, ao contrário do João Manzarra por exemplo, de quem toda a gente gosta!
Portanto eu estava sem saber qual ia ser a resposta do público, até porque faço um programa num canal por cabo, com uma audiência muito específica e não pensei sequer que as pessoas me fossem conhecer… No entanto foi muito positivo porque senti o carinho das pessoas, um pouco por ser filho da Júlia Pinheiro, mas depois percebi que não era só isso, que as pessoas me conheciam pelo meu trabalho.”

JB: Claro que tendo como pais duas figuras com carreiras brilhantes na comunicação social, às vezes se torna difícil separar as águas…

RP: “É difícil e às vezes eu gostava que a minha mãe tivesse outra profissão! Eu trabalho num formato onde é possível esticar um pouco os limites, meter-me com algumas pessoas e muitas vezes torna-se complicado porque as pessoas me conhecem através da minha mãe, e não vou tão longe quanto gostaria… Apesar disso, tenho muita sorte porque conheci muita gente através dos meus pais, o que me tem ajudado a aprender.
Em casa, no entanto, falamos sobre tudo menos trabalho! Em casa somos família e é muito bom.”

JB: Qual é a tua posição em relação à chamada “Imprensa Cor-de-Rosa”? Na minha opinião pessoal, eu acho que é um tipo de imprensa baseada em rumores e boatos e não em factos. Concordas?

RP: “Eu tenho uma posição um pouco conservadora em relação às revistas cor-de-rosa. Eu já tenho à partida uma exposição muito grande, as pessoas sabem quem são os meus pais, já viram fotografias das minhas irmãs, portanto a minha vida familiar é muito exposta. Logo, no que diz respeito à minha vida privada tento reservá-la ao máximo, ninguém sabe quem são os meus amigos, com quem saio, com quem vou lanchar ou ao cinema, nem ninguém tem que saber, por isso é privado!
Mas até agora não me posso queixar porque não tenho dado hipóteses de abrir a porta, que uma vez aberta é muito difícil fechar…”

JB: Mas existem pessoas que abrem essas portas de propósito porque procuram protagonismo rápido, quando há outras que, sossegadas no seu canto, vêem coisas nas capas dessas revistas que não correspondem minimamente à verdade…

RP: “Sabes, eu acho que se perdeu um bocadinho o decouro, abordam-se coisas inimagináveis! Eu já vi manchetes horríveis, de pessoas que conheço, inclusive coisas sobre a minha mãe, que não são de todo verdade! As manchetes servem para vender revistas e saem a maior parte das vezes do contexto da entrevista…”

JB: Às vezes, coisas ditas a brincar são levadas a sério…

RP: “Sim, quem me conhece ou me vê diariamente na televisão como tu, sabem que tenho um humor muito cáustico, um humor negro. E há pessoas que não sabem quando estou a falar a sério ou a brincar!
Quando no CC embirro com o Xavier ou digo certas piadas não quer dizer que não me dê extremamente bem com ele! São piadas! Por isso hoje em dia, quando se dá uma entrevista, tem que se ter muito cuidado com o que se diz…”

JB: Uma das primeiras coisas que li sobre ti, por exemplo, foi que tinhas sido adoptado pela Júlia Pinheiro quando casou com o teu pai…

RP: “A sério? Essa não sabia! Mas lá está, não se dão sequer ao trabalho de fazer pesquisa antes de publicar a notícia. Aviso-te desde já que vou brincar muito com essa informação!
Isso lembra-me uma manchete sobre mim que dizia “ELE QUERIA SER BRUXO”, que surgiu durante a quermesse para ajuda ao Haiti, em que tinha algumas coisas à venda relacionadas com isso e disse na brincadeira que tinha jeito para bruxo! Mas não, não queria ser bruxo, foi a brincar!... “

JB: Para finalizar, achas estranho haver um grupo de fãs dedicado a ti no Facebook?

RP: “Acho estranhíssimo! Quando vi pensei: mas o que é isto que está a acontecer aqui? Sabes, esta coisa dos fãs faz-me muita confusão. Eu só percebi que havia pessoas que queriam o meu autógrafo no Sic ao Vivo, o que para mim é um pouco surreal! As pessoas pediam-me autógrafos e eu pensava mas porquê eu? Fez-me alguma confusão mas fico lisonjeado como é óbvio!
É engraçado e agradeço a todos.”

JB: Como fundador do teu grupo de fãs, quero agradecer-te a disponibilidade e desejar-te uma carreira cheia de sucesso!!!


NOTA: Quero agradecer a toda a produção do CC por me fazerem sentir tão à – vontade no estúdio. À doce Diana pela simpatia e carinho. Um grande abraço ao Xavier e ao Gonçalo.
Last but not least, um agradecimento muito especial a ti Rui, pela disponibilidade, pela simpatia e por me teres recebido para fazer esta entrevista. Pouca gente se daria a esse trabalho. Obrigado.

Jorge Banha

Carnaxide, 19 de Março de 2010.
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Rui e Diogo Valsassina vão à água!

No Sábado, dia 10 de Julho o Rui Pêgo mais o Diogo Valssassina vão ao programa "Salve-se quem puder". O programa é transmitido na Sic às 21h40min. Não vais querer perder este programa inédito,pois não? ;)
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Frase do dia

A frase de hoje é a seguinte, o Rui estava a jogar na PSP Go quando diz: "Parece o meu pai e a minha mãe"
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CC de Hoje

O Curto Circuito de hoje será apresentado pelo Rui e pela Diana Bouça Nova. Não percam!
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Frase do dia

A Frase do dia é um espaço onde irá ser seleccionada a melhor frase, a mais cómica, a mais parva,etc que o Rui disser no programa. Sendo assim, a de hoje é a seguinte:
A Carolina mostrou um vídeo onde ela fazia bungee jump numa ponte e o Rui diz,
"Uma pessoa quando se atira da ponte é para morrer, não é para tar ali a balançar!"

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Post de Apresentação


Olá. Eu sou a Iris, podem tratar-me por Nicky,se quiserem. Eu decidi criar este blog para apoiar o Rui Maria Pêgo, um dos apresentadores do programa inesquecível, o Curto Circuito. Depois de pesquisar algumas coisas sobre o Rui vi que não havia nenhum blog a apoiar o Rui, e decidi criar um.

Informações sobre o Rui:
Concorreu ao CC Casting em 2008 e foi o vencedor da 5ª edição do mesmo. Não gosta de crouchet nem origami.
Em relação à música: Mesa Imogen Heap Rock Kills Kid Buraka Som Sistema The Perishers Death Cab for Cutie Kasabian Tunng MGMT Heróis do Mar Klaxons Empire of the sun Adele Deolinda Sufjan Stevens Arctic Monkeys Paolo Nutini Lily Allen Amy Winehouse Kate Nash Tracy Chapman Kings of Convenience Tribalistas Feist The Bravery Tiago Bettencourt&Mantha The Wombats.
Programas de TV que mais gosta: Nip/Tuck, The O.C., Dirt, Brothers&Sisters, Heroes, Grey's Anatomy, Will&Grace, Buffy the Vampire Slayer, American Dad, Cold Case, Family Guy, The Tudors, Rome, Six Feet Under, Alias, That 70's Show, Ally McBeal, Cold Case, The L-Word, Damages, The Sopranos, The Simpsons, My Family, Gato Fedorento, Coupling, Gossip Girl, Dirty Sexy Money, Life as we know it, Californication, Dexter, Skins, In Treatment, Weeds, Arrested Development, Daily Show with John Stewart, Conan O'Brien.
Signo do Zodíaco: Aquário, faz anos dia 21 de Janeiro.


Vou tentar actualizar o blogue com notícias sobre o Rui sempre que possível.

Em breve uma imagem decente e uma máscara mais gira.
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